Mortalidade infantil cai a seu menor nível, aponta Unicef - Taxa diminui para 9,7 milhões por ano, em comparação aos 13 milhões anuais que eram registrados em 1990América Latina reduziu índice de 55 para 27 mortes a cada mil nascimentos, constatou o Unicef SÃO PAULO - A taxa de mortalidade infantil diminuiu na América Latina e em outras regiões do mundo, atingindo seu menor nível histórico, segundo dados publicados, pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância e Adolescência (Unicef).
A taxa de mortalidade infantil entre as crianças com menos de cinco anos diminuiu em nível global para 9,7 milhões por ano, em comparação aos 13 milhões anuais que eram registrados em 1990, segundo o Unicef. "É um momento histórico", disse a diretora-executiva do Unicef, Ann Veneman, em comunicado à imprensa, porém, ainda é "inaceitável".
Segundo os dados desta instituição da Organização das Nações Unidas (ONU), os países latino-americanos e caribenhos "estão no caminho para alcançarem os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, com uma média de 27 mortes por cada mil nascimentos, diante das 55 por mil que tinham em 1990".
Segundo o relatório do Unicef, a redução generalizada da mortalidade infantil aconteceu por causa da adoção de medidas básicas de saúde, incluindo o aumento da vacinação de crianças, do uso de redes de proteção contra mosquitos da malária e da amamentação de recém-nascidos são algumas das razões que contribuíram para a queda. Os casos de pneumonia, diarréia e desnutrição severa foram reduzidos. Além disso, o acesso à água potável e à higiene teve uma melhora.
Ela afirmou que "hoje em dia sobrevivem mais crianças que nunca, e por isto é o momento de avançar na saúde pública para alcançar os objetivos de Desenvolvimento de Milênio". Um destes objetivos é reduzir em dois terços a mortalidade infantil entre 2010 e 2015, para que 5,4 milhões de vidas sejam salvas.
No entanto, a diretora-executiva da entidade disse que não queria mostrar "complacência" por estas conquistas e declarou que "a perda de 9,7 milhões de vidas por ano é inaceitável". Segundo Ann Veneam, a maior parte das mortes poderia ser prevenida e há soluções para isto.
"Sabemos que as vidas destas crianças podem ser salvas se elas tiverem acesso a serviços sanitários em suas comunidades, que devem estar apoiados por um sistema forte", acrescentou. "Os progressos são possíveis caso se atue com urgência".
O Fundo da ONU para a Infância (Unicef) declarou que os dados obtidos foram apresentados por países, que realizaram pesquisas em 50 países entre 2005 e 2006.
http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid51072,0.htm
2 comentários:
Acho que realmente este assunto é um problema muito sério e que deveria ser muito mais divulgado, e ainda bem que existem pessoas que se preocupem com isso,como no caso deste blog que esta muito exclarecedor e veio a agregar muito, com muitas informações importantes.
clayton disse ...
Com o início do G20 dos países mais ricos do mundo acredito que será pauta principal este tipo de acontecimento para que nós e nossas lideranças mundiais olhem com outros olhos esta situação
um forte abraço parabéns pelas publicações grupo . clayton
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